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O CINTO DE SEGURANÇA: O MESMISMO DO TEMA... OU A DESGRAÇA CONTINUA?

TODOS NOS APRECIAMOS "NOVOS TEMAS". A MODA AGORA É ECOLOGIA, DIREITOS DO CONSUMIDOR, SAÚDE. TEMAS TAIS COMO CINTO DE SEGURANÇA, José Sarney ou amanhecer de porre fazem parte do passado.

Porque lembrar o já desgastado assunto sobre o cinto de segurança? Certamente todos nó sabemos que:
1)
o cinto é o acessório de maior segurança no automóvel, depois das rodas e do freio;
2)
a "postura defensiva" é um trinômio formado pelo carro em ordem, indivíduo em ordem e o cinto;
3) qualquer cidadão de país desenvolvido usa cinto MESMO NO PERÍMETRO URBANO. Na prática, houve um decréscimo de 40% das mortes em acidentes, e os ferimentos são de menor gravidade;
4) no Brasil ocorrem cerca de 50 mil mortes no trânsito por ano - uma a cada 13 minutos. A faixa etária média é de 33 anos. O trânsito é a terceira causa mortis no país, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares e o câncer. O flagelo só é comparado à guerra ou a catástrofes;
5) 63% dos leitos hospitalares destinados à traumatologia são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito, que somam 350 mil/ano. Na prática, no gastamos todos os anos U$ 4 bilhões em prejuízos materiais e sociais.

Várias campanhas publicitárias já ensinaram muito sobre o tema:
1) mais da metade dos acidentes de trânsito com morte ocorrem a velocidade igual ou inferior a 64 km/h;
2) 65% dos acidentes fatais e 80% dos acidente em geral ocorre num raio de 40km do local de residência das vítimas;
3) o impacto numa velocidade de 50km/h será igual a queda do 4º andar de um prédio - o cinto ameniza em 70% este impacto;
4) acidentes que envolvem incêndio ou queda na água são apenas 0,5% do total. O cinto evitará que o indivíduo bata a cabeça, permitindo raciocinar com rapidez. Portanto, em ambas as situações, o cinto é uma garantia e não uma ameaça;
5) as grandes inverdades que felizmente começam a ser esclarecidas - "é melhor ser arremessado para fora do carro", "o cinto é desconfortável", o "cinto pode ferir ao invés de proteger", "o cinto é dispensável quando o motorista é cauteloso e respeita as leis", "ACIDENTE NUNCA ACONTECE COMIGO"...

Realizei o meu aprendizado em traumatologia e ortopedia sob a linha mestra do atendimento ao politraumatizado do trânsito. Passada uma década, o retrocede, já que está novamente lutando contra a cólera, dengue etc.? A questão do acidente de trânsito vai piorar?

A busca de soluções eficazes não se prende, felizmente, ao recurso da greve, à espera de subsídios do Governo, ou muito menos à crítica simples ao tema. Para início de conversa, perguntas simples devem ser respondidas afirmativamente: eu uso o cinto de segurança? E os passageiros do banco de trás do meu automóvel? Eu compreendo o significado social do seu uso? Colaboro com a educação da comunidade através da educação do tema?

Desta forma, com o mesmismo do tema a desgraça não continuará. (Revista da Unimed e Amrigs (RNA), abr./maio 1991)




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